Violentômetro | Fique alerta aos sinais e níveis de violência contra a mulher. Denunciar e procurar ajuda pode salvar!
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A secretaria da Mulher do SSPMA, liderada pela companheira Elizangela Azarias, compartilha com a categoria o “Violentômetro“. Este nome estranho, mas certeiro, é dado a uma ação criada na Coordenadoria da Mulher do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB). A iniciativa orienta mulheres aos níveis de violência e as consequências de cada atitude.
O “Violentômetro” conduz as mulheres a prestarem atenção em ações passíveis de evoluírem para ofensas, ameaças e abuso sexual. Infelizmente, muitas mulheres, dos mais diversos segmentos e áreas, não sabem que certos comportamentos dos homens são, de fato, uma violência. Além disso, queremos propagar onde as Servidoras e mulheres em geral podem denunciar estes casos.

É preciso dizer um basta à violência! O primeiro passo é buscar ajuda. A seguir confira cada um destes locais disponíveis na cidade de Americana. Se não for possível acionar a polícia no momento em que a violência ocorrer, procure uma Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) ou delegacia comum e registre boletim de ocorrência. A delegacia deve enviar o caso ao juiz em 24 horas. O juiz tem 48 horas para avaliar a concessão de medida protetiva.
Canais gratuitos e sigilosos de denúncia em casos de violências doméstica ou familiar
☑ Delegacia de Defesa da Mulher (DEAMs)
📌 Rua São Vito, 1675, Jardim Helena, Americana
☎ (19) 3461.0684
☑ Conselho Municipal da Mulher (CMDM)
📌 Rua Ibirapuera, 70, Jardim Ipiranga, Americana
☎ (19) 3471.9800
☑ Inspetoria de Defesa da Mulher e Ações Sociais (IDMAS)
📌 Avenida Bandeirantes, 2100, Colina, Americana
☎ (19) 3461.8342
☑ CRAS Jardim Nossa Senhora Aparecida
📌 Rua Caetano de Campos, s/n – Jd. N. Sra. Aparecida, Americana
☎ (19) 3469.2339
☑ Guardiã Maria da Penha (GCM)
☎ Disque 153 ou 0800.771.6511
☑ Polícia Militar
☎ 190
ESTEJA ATENTA – NÃO SEJA VÍTIMA!
🚨 Violência física: qualquer agressão ao corpo, como tapas, socos, chutes, empurrões, queimaduras ou uso de objetos/armas. Pode deixar marcas visíveis ou não.
🚨 Violência psicológica (ou emocional): acontece quando há humilhação, ameaças, xingamentos, chantagem, controle excessivo, manipulação, isolamento de amigos e familiares, ou quando a mulher é constantemente desvalorizada. Abala a autoestima e a saúde mental.
🚨 Violência sexual: qualquer ato sexual sem consentimento, incluindo estupro, assédio, coerção, impedir o uso de métodos contraceptivos ou forçar gravidez/aborto. Pode ocorrer dentro ou fora de relacionamentos.
🚨 Violência moral: envolve calúnia, difamação e injúria – por exemplo, espalhar mentiras, expor a mulher de forma vexatória ou atacar sua reputação.
🚨 Violência patrimonial: quando há controle, destruição ou retenção de bens, dinheiro, documentos pessoais, cartões, celular, ou quando se impede a mulher de trabalhar ou administrar seus próprios recursos.
🚨 Violência institucional: ocorre quando instituições ou agentes públicos tratam a mulher com descaso, preconceito ou negligência, especialmente ao buscar ajuda, atendimento de saúde ou justiça.
🚨 Violência digital: práticas como ameaças online, perseguição (stalking), divulgação de imagens íntimas sem consentimento, invasão de contas ou controle por meio de redes sociais e aplicativos.

